terça-feira, 27 de julho de 2010

Sódio - O inimigo oculto

O consumo excessivo de sal facilita a retenção de líquidos que interfere no funcionamento do sistema nervoso simpático, que controla os movimentos involuntários (como a contração dos vasos sanguíneos). Por vias indiretas, portanto, comer sal a mais contribui para subir a pressão arterial. Se a pessoa somar outros fatores de risco para a elevação da pressão, poderá se tornar hipertensa.

O sódio não tem sabor, mas é ele o inimigo oculto!!

Quando ultrapassamos a recomendação de 2.400mg sódio por dia, podemos reter líquidos e aumentar a pressão arterial. Pode estar oculto nos alimentos, aprender a ler o rótulo é uma maneira de indenticar este inimigo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) considera não saudáveis os alimentos que contêm > 400 mg de sódio para cada 100 g do produto.

Qual a diferença entre sal e sódio?
Embora sejam usadas com sinônimos, não são a mesma coisa. O sódio (Na) é um mineral que se liga ao cloro (Cl) para formar cloreto de sódio (NaCl), este sim é o sal de cozinha (pó branco “salgado”). O sal é somente uma , porém a maior fonte de sódio.

Fonte: Instituto de Metabolismo e Nutrição

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Conheça alguns alimentos funcionais associados a prevenção de doenças cardíacas

  • Soja:
Produtos à base de soja se relacionam com a prevenção de aterosclerose por ação antioxidantes das isoflavonas sobre as gorduras circulantes no sangue e ainda pela presença de fibras solúveis na sua estrutura. A proteína de soja pode reduzir os níveis de colesterol total e LDL (colesterol ruim). Alimentos a base de soja são encontrados em grãos de soja, queijos (“tofu”), farinhas, leites de soja (extrato) e sucos.


  • Aveia:
É um cereal de alta qualidade nutricional, rico e proteínas, seu alto teor de vitaminas também lhe confere propriedade antioxidante (Os antioxidantes protegem o organismo da ação danosa dos radicais livres, ou interagindo com estes, tornando-os inativos. Alguns antioxidantes são produzidos por nosso próprio corpo e outros - como as vitaminas C, E, e o beta-caroteno - é ingerido.), possui parte de carboidratos do tipo solúvel em grande quantidade, o que é muito importante. Dietas ricas em aveia ou farelo de aveia e pobres em gordura saturada e colesterol podem reduzir o risco de doenças coranianas.
  • Fitoesteróides:
São esteróis vegetais, naturais de sementes de girassol e grãos de soja que interferem na absorção do colesterol a partir do intestino e reduzem os valores de colesterol total e LDL. As principais fontes são: margarinas enriquecidas com e qualquer óleo vegetal. Pesquisas demonstram que o consumo de 20 g de margarina enriquecida com fitoesterol, diminui o LDL em 10 a 15% em três semanas.

  • Flavonóides Antioxidantes:
São encontrados em: verduras, frutas, grãos, sementes, castanhas, condimentos, bebidas como o vinho tinto, sucos de uva e chás (preto e verde). Estas substâncias dificultam a ligação das placas de gorduras nas membranas dos vasos sanguíneos e também possuem ação anti-coagulante. Alguns estudos comprovam que os efeitos destes flavonóides ocorrem no consumo de vinho tinto e se sucos de uva, pela diminuição de LDL no sangue.
  • Ômega-3:
São ácidos graxos encontrados em alguns peixes gordurosos que vivem em águas profundas. São ricos em ácidos graxos ômega-3, salmão, atum, arenque, cavala e sardinha que, aliás, possuem um dos mais altos teores. Consumidos (nunca fritar) regularmente, reduzem moderadamente os níveis de triglicérides, diminuem a agregação das plaquetas e reduzem a pressão arterial. O óleo de soja também é rico em ômega-3. O óleo de soja também é rico em ômega-3. Não há dúvidas de que a alimentação exerce papel fundamental no desenvolvimento da aterosclerose das coronárias e que uma dieta balanceada pode atenuar seu aparecimento, devendo ser introduzida precocemente nos hábitos de nossas vidas. Estas mudanças não incluem somente alterações na alimentação, mas também a mudança no estilo de vida, como aliviar o estresse com descanso/laser, praticar atividade física, etc.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O consumo do abacate e seus efeitos na saúde


O Brasil está entre os maiores produtores mundiais de abacate. Um grande número de variedades de abacate é encontrado nas diversas regiões do território nacional, cujos frutos apresentam composição química muito variável.
Os abacates são ricos em fitoquímicos e nutrientes como o ácido oléico, fitosterol, vitamina E, glutationa, folato, potássio, magnésio e fibras. Muitos estudos têm sugerido efeitos benéficos do consumo dessa fruta sobre a saúde, como redução dos níveis de colesterol e dos níveis glicêmicos; além de possuir efeito anticâncer, antiviral, larvicida e antifúngico.
O consumo do abacate também é indicado no tratamento de doenças reumáticas e articulares, é consenso que o consumo regular de abacate combinado a uma alimentação saudável culminará em promoção de saúde, apesar de ainda haver preconceitos em relação ao consumo de abacate devido ao seu alto valor calórico.

APROVEITE DE FEVEREIRO A MAIO  ÉPOCA DO ABACATE!
CONSUMA MODERADAMENTE!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

ALIMENTOS FUNCIONAIS




O que são alimentos funcionais?
Alimento funcional é aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido como parte da dieta usual, produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão médica. A eficácia e segurança desses alimentos deve ser assegurada por estudos científicos.


Qual a importância desses alimentos para a saúde?
Atualmente os brasileiros enfrentam um avanço das doenças crônicas degenerativas por conta de um estilo de vida desequilibrado que envolve maus hábitos alimentares e sedentarismo. O consumo regular desses alimentos pode ser uma alternativa para conter o avanço dessas doenças e fazer com que as pessoas se conscientizem que a alimentação tem um papel fundamental sobre a saúde delas.


Eles podem curar doenças? Quais?

Inicialmente é preciso esclarecer que os alimentos funcionais não curam doenças, ao contrário dos remédios. Eles apresentam componentes ativos capazes de prevenir doenças ou reduzir o risco de certas doenças. Quando consumidos em sua forma natural, ou seja, na forma de alimento, não apresentam contra indicações e podem ser consumidos com tranquilidade, sem prescrição médica. Dentre as doenças mais investigadas estão as cardiovasculares, câncer, hipertensão, diabetes, doenças inflamatórias, intestinais, certas afecções reumáticas, Mal de Alzheimer, entre outras.

FONTE: SBAF

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Melancia é fonte de importante aminoácido


Os cientistas do serviço de pesquisa da agricultura (ARS) constataram que a melancia além a conter quantidades abundantes do antioxidante licopeno, é uma fonte excelente do aminoácido citrulina.

Os pesquisadores do ARS de Lane - Oklahoma, e seus colaboradores descobriram que a melancia além de ser fonte de citrulina, é também prontamente biodisponível no organismo. O corpo humano usa citrulina para fazer um outro importante aminoácido, a arginina, que possui papel chave na divisão celular, em recuperação de feridas e na remoção da amônia do corpo.
A fisiologista de plantas, Penelope Perkins-Veazie, de ARS e a nutricionista Julie Collins dizem que a citrulina da melancia pode ser aproveitada biologicamente e a fruta é um dos poucos alimentos que contém níveis elevados desse aminoácido.
Após ter analisado os níveis do aminoácido arginina em voluntários que haviam consumido quantidades diferentes de suco concentrado de melancia, os cientistas observaram que a ingestão aumentou os níveis de arginina do plasma sanguíneo, provavelmente arginina proveniente da conversão da citrulina.
Pesquisas médicas estão avaliando atualmente o emprego do aminoácido arginina como possível tratamento para a hipertensão, diabetes e complicações vasculares associadas a essas doenças. Se tais estudos trouxerem resultados positivos, sucos concentrados de melancia poderiam representar uma fonte natural do aminoácido. O licopeno da fruta passa a ser um bônus adicional. Perkins-Veazie está focada agora em encontrar uma maneira de extrair e concentrar o aminoácido citrulina da melancia.
Veja mais sobre essa pesquisa no site:

http://www.ars.usda.gov/is/pr/2007/070321.htm